A precarização do trabalho docente e o sucateamento das instituições. Estes são dois dos principais pontos que levaram as Universidades Estaduais de Feira de Santana (Uefs), Estadual da Bahia (Uneb), Sudoeste da Bahia (Uesb) e de Santa Cruz (Uesc) a paralisarem as atividades por 24 horas nesta terça-feira (28).
Os manifestantes reivindicam, entre outras coisas, o reajuste salarial de 28%.
Segundo informou ao G1 a diretora da UDUNEB (Associação dos Docentes da Universidade do Estado da Bahia), Zózina Almeida, esse valor elevaria a remuneração dos professores da Bahia ao mesmo patamar dos educadores das Universidades Estaduais do Ceará, considerados os melhores salários do Nordeste.

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